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Sete razões que explicam os maus resultados

23.06.2017

 

 

1. As Bases

De ano para ano, começando pelos primeiros anos do jardim de infância, é necessário que as crianças adquiram conhecimentos e competências base. Quando há falhas tudo de desmorona. Que difícil é construirmos alguma coisa se não tivermos bases sólidas!

Às vezes é necessário irmos atrás para compreender o que faz falta. É preciso saber a tabuada, o presente do indicativo, quem foi o primeiro rei de Portugal, onde fica a Península Ibérica e que cereja não tem cedilha…

 

2. A preparação e o esforço

Os alunos acham, muitas vezes, que tudo lhe deve ser dado e facilitado. Há cada vez mais estudantes que consideram que podem passar de ano e ser bem sucedidos sem estudarem e sem se esforçarem, colocando a responsabilidade dos seus resultados nos professores, na escola e nos próprios pais. O certo é que nada se faz sem esforço e dedicação.

 

3. A concentração

Telemóveis, redes sociais, séries, computadores, mensagens… É necessário aprender a equilibrar o estudo e as distrações dos nossos dias. Estudar com constantes interrupções é muito mais difícil e não traz os mesmos resultados do que estudar num ambiente sossegado.  

 

4. A gestão de tempo

Um bom planeamento do tempo é essencial para se obter bons resultados. É necessário estudar todos os dias, evitando adiar as tarefas e mantendo os objetivos definidos em mente. Fazer um planeamento das atividades a realizar é uma boa forma de organizar o estudo. Deste modo, dificilmente os alunos serão surpreendidos por trabalhos ou testes para os quais não estão preparados.

 

5. A confiança

Temos, por um lado, alunos com grande falta de confiança nas suas capacidades. Dizem, com frequência, “Não sei”, “Não consigo”. São estudantes que baixam os braços e deixam de lutar pois acreditam que nunca poderão ter boas notas.

Por outro lado, encontramos aqueles que acham que sabem tudo, mesmo sem pegar num livro. Estão tão confiantes que, mesmo sem estudar, vão conseguir, porque tudo é “muito fácil”.

Nem num caso, nem no outro, haverá bons resultados. É necessário encontrar um meio termo. Todos os alunos podem ser bem sucedidos, desde que encontrem o seu método e se empenhem.

 

6. Perspetiva crítica e curiosidade

Pensar criticamente é uma atitude que leva a procurar ideias, a estabelecer comparações, a formar perspetivas próprias perante aquilo que é dito quer pelos pais, quer pelos professores. Estar atento ao que nos rodeia, ter curiosidade sobre as diferentes matérias, fazer ligações entre assuntos abordados nas várias disciplinas e entre o mundo é determinante para o sucesso.

 

7. Autonomia

Estamos perante uma geração de crianças pouco habituadas a ser autónomas. Normalmente, não fazem os seus trabalhos e não sabem estudar sozinhas. Esperam, pacientemente, que alguém lhes diga o que fazer, que as obrigue a fazer ou, em última análise, que faça por eles.

Nunca faça pelo teu filho aquilo que ele pode fazer sozinho. Ampare-o, ajude-o, guie-o em todo o processo, mas deixo-o crescer fazendo por si próprio.

Ele, desta forma, aprenderá muito mais e melhor.

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